Segundo ele, o prédio terá 12 andares e abrigará 92 flats, além de 12 salas comerciais, um salão e estacionamento, que ocupará a área do subsolo.
O arquiteto explicou ainda que a construção não apresentou problemas além do desgaste natural, haja vista o tempo que estava parada. “Refizemos a parte de ferragem nos lugares que eram expostas ao tempo, aumentando sua segurança e dando condições para que a construção seja ampliada em mais sete andares, além dos cinco já construídos”, disse Jacomini.
Acompanhado de representantes do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso do Sul, entre eles o presidente Jari de Carvalho e Castro, da imprensa e de trabalhadores, Jacomini percorreu diversos andares onde as obras já se encontram em andamento.
“Fizemos as divisões das instalações de salas e escritórios, além de recuperar os problemas existentes, além de fazermos uma verdadeira limpeza, retirando materiais que estavam em lugares indevidos, jogados ao tempo, para que nossos trabalhadores pudessem exercer suas funções em segurança”, apontou o arquiteto.
Qualificação
Jacomini disse que, hoje, apenas 10 trabalhadores estão prestando seus serviços, ressaltando que todos têm qualificação para a função exercida. “O maior problema é que não há no mercado mão-de-obra qualificada. Já estamos inclusive recrutando trabalhadores sem qualificação que serão treinados para que possam trabalhar com segurança, tanto para eles, quanto para nós e para os futuros usuários”, acentuou.
A afirmação do arquiteto vem de encontro ao que vem sendo veiculado pela imprensa e é de conhecimento da população – Dourados tem serviço para muita gente, mas é preciso que se invista forte na qualificação.