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Bebeto cobra explicações sobre ampliação de faixa na BR-163

15 de agosto 2011 - 13h07 Por Carlos Marinho
Bebeto cobra explicações sobre ampliação de faixa na BR-163

Respostas negativas em pedidos de regularização de terrenos e obras no perímetro urbano da Vila Vargas vêm sendo motivo de reclamações de moradores do distrito junto ao vereador Bebeto (PDT), também residente naquela localidade.

Segundo informações que chegaram ao vereador, quem pretende fazer ampliações em residências ou regularizar construções que tenham finalidade comercial, vêm tendo, sistematicamente, seus pedidos rejeitados.

Em vista do problema, Bebeto encaminhou requerimento ao prefeito Murilo Zauith, ao secretário de Governo, José Jorge Leite e ao superintendente regional do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), Marcelo Miranda, solicitando informações oficiais “sobre restrições que vêm sendo colocadas quando dos pedidos de regularização de construções pertencentes a empresas que estão se instalando na BR-163, no trecho do perímetro urbano do Distrito da Vila Vargas, onde a rodovia recebe o nome de Avenida João Eduardo Isidoro”.

No requerimento ele lembra que “quando da ampliação da rodovia, alguns proprietários tiveram parte de suas propriedades “tomadas” pela faixa de domínio, e agora, para surpresa de todos, ao serem solicitadas as regularizações de construções, os pedidos têm sido negados sob a alegação que será necessário mais um avanço da rodovia, com aumento da faixa de domínio, o que inviabiliza qualquer investimento, quer seja empresarial ou residencial naquele trecho”.

Para Bebeto, “é fundamental existir o respeito aos limites de propriedade dos cidadãos, destacando que aquela é uma área inserida no perímetro urbano do município”, acrescentando que “tais atitudes vêm gerando, além da insegurança inerente ao fato, transtornos e preocupação às pessoas, que vêm como óbvia a “invasão” de suas propriedades, independentemente de ali estarem instaladas há muitos anos e caso haja tal ampliação da faixa de domínio, temem por perderem até mesmo suas residências”, finaliza.