A escola, que é uma extensão da Geraldino Neves Correa da Picadinha, sofre com a falta de infraestrutura. Existe apenas uma sala de aula, que é dividida para 20 alunos indígenas, entre idades de quatro a 13 anos.
Segundo a professora Osmarilda Santos, existe muita coisa a ser feita para que a escola se torne não somente um local de aprendizado, mas que se torne um ambiente acolhedor e com condições básicas de oferecer educação eficiente e de qualidade. “Essas crianças caminham cinco km por dia até aqui e isso é extremamente gratificante, pois, percebo que o esforço deles é para que a língua não se torne uma barreira, eles querem aprender o Guarani e o Português”, disse Osmarilda.
As dependências da escola estão sendo reestruturadas por seus “padrinhos”, como pontuou o major Andrade, comandante da 14ª Companhia de Comunicações Mecanizada. “Ainda há muito que fazer. Conhecemos as dificuldades enfrentadas por esta escola e graças ao apadrinhamento que ela recebeu, acreditamos, em um futuro próximo, resolver os problemas da escola, trazendo qualidade ao ensino e qualidade de vida às crianças”, disse o major.