Entre os procedimentos realizados, estão os de hemodinâmica e ultrassom. Um dos novos equipamentos que compõe a estrutura do local é uma máquina para ressonância magnética de três teslas, exemplar presente em poucos hospitais do país. Existem somente 35 no Brasil, sendo que no centro-oeste, somente o HE e o hospital Sarah Kubsheck, de Brasília, possuem.
No HE são feitos atendimentos de alta-complexidade do SUS, sendo que o hospital também é responsável por administrar o HV (Hospital da Vida), que faz os serviços de emergência do SUS.
“O Hospital Evangélico já é o maior hospital privado em volume de serviços prestados, em Mato Grosso do Sul, fora da capital. Atende 34 municípios da região, que é quase a metade do Estado. Então, quando se faz algum investimento, é pensando em uma população média de 1 milhão de habitantes”, afirma diretor executivo do HE, Maurício Peralta.
O novo centro ganhará o nome do “Reverendo Marcelino Pires Carvalho”, neto do pioneiro douradense. Há 30 anos ele fez parte do conselho do hospital. A solenidade contará com a presença de membros da diretoria, corpo clínico, autoridades, a viúva do Reverendo e dois filhos dele, que vieram de São Paulo para descerrar a placa.