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Prefeitura reúne pais para mostrar diferenciação de programas

22 de agosto 2011 - 21h41 Por Redação Douranews, com Assessoria
Prefeitura reúne pais para mostrar diferenciação de programas

A secretária municipal de Assistência Social Ledi Ferla se reuniu hoje (22) com pais e responsáveis dos alunos cadastrados no programa Projovem Adolescentes. O objetivo foi esclarecer a finalidade e a seriedade do trabalho desenvolvido pela Prefeitura de Dourados com recursos do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome).

O Projovem Adolescente atende 75 alunos de 14 a 17 anos e é realizado no Cras do Jardim Água Boa e da aldeia Bororó. O município é o primeiro a oferecer o programa para indígenas no país. O programa prepara os adolescentes para o convívio social e familiar, além de proporcionar a qualificação profissional, contribuindo para a inserção no mercado de trabalho. Eles participam de oficinas educativas e assistem a palestras de orientação sobre temas como direitos humanos, cultura, esporte e lazer, meio ambiente, saúde e trabalho.

“Com o programa, os adolescentes podem conhecer um novo mundo, com mais oportunidade. Podem ainda se socializar com o ambiente em que vive, onde geralmente estão isolados. As oficinas de esporte, arte e dança, por exemplo, contribuem para o desenvolvimento físico e mental dos participantes. Sem contar que através do programa conhecem mais a cultura, com a organização de festas tradicionais”, apontou a secretária.

Para o desenvolvimento do Projovem Adolecente algumas metas foram estabelecidas a fim de proporcionar o sucesso do programa, como a profissionalização e atendimento socioeducativo, além de preparar os jovens para participarem como avaliadores, monitores e gestores do programa no município. O prefeito Murilo Zauith já estuda a ampliação dos Cras (Centros de Referência em Assistência Social) para atender a demanda de espaço que o trabalho exige.

“O Projovem Adolescente nada tem a ver com o Projovem Trabalhador, este já foi encerrado. A duração era de seis meses, diferente do nosso que dura até dois anos. Transmitam aos pais que não puderam vir sobre a importância do filho continuar assistindo as aulas do programa. A prova de que nosso trabalho é sério é que temos professores contratados e atividades que acontecem, não ficam apenas no papel”, afirmou a secretária.