Ele diz que “ninguém fala que no dia seguinte eu já pedi desculpas, porque algumas pessoas não entenderam o que eu quis dizer”, afirmou. Sua advogada também diz que “não houve intenção de ofensa. Há um exagero nesta acusação, pois todos sabem que Ari Artuzi nunca foi racista, tendo bom relacionamento com pessoas de todas as classes sociais e isso é claro”, apontou.
A advogada disse ainda que irá pedir para que uma testemunha que está em Campo Grande, considerada fundamental, seja ouvida. Isso poderá, inclusive, adiar a audiência. No local, além de Artuzi e da advogada dele, estão também os radialistas Osvaldo Duarte e Eduardo Palomita, que foram citados no processo e deverão ser ouvidos pela Justiça. As delcaraçoes consideradas racistas do ex-prefeito foram dadas no programa "Hora da Verdade", apresentado pela dupla na rádio Grande FM.
Ari Artuzi também levou para o Fórum duas testemunhas que considera importantes nesse processo: João Pinheiro, ex-coordenador da Casa dos Conselhos e Anizio de Souza Santos, ex-diretor do Departamento de Direitos Humanos da Prefeitura na gestão do ex-prefeito. "Era eles dois quem cuidava de todas as classes, agora nem isso existe mais", alfinetou Artuzi.