Dois empresários douradenses, em visita ao Douranews, se posicionaram contra o movimento que busca a preservação da "Figueira" da avenida Weimar Gonçalves Torres, onde desde domingo (25) um grupo de estudantes luta para “salvar” a árvore.
Para José Roberto Ribeiro Pinto Jr., “não há porque preservar uma árvore que, além de não ser nativa, já foi abolida em outras cidades, como por exemplo Goiânia. Além de não ser natural, está comprovado que ela procura água e com isso acaba invadindo as redes pluviais e de esgoto”, aponta o empresário.
Outro que discute o posicionamento dos estudantes é Stefano Hugo Teló. “Na minha opinião, o dono do terreno teve todas licenças para efetuar o corte. O empreendimento proposto certamente vai trazer desenvolvimento, gerar empregos e contribuir com impostos”, diz ele, acrescentando que, “segundo informações, o proprietário estaria disposto a doar R$ 10 milhões para o Hospital do Câncer, como já fez em Campo Grande, em condição semelhante beneficente. Será que com isso ele não vai mudar de idéia e assim prejudicar muitas pessoas? Tomara que ele saiba dividir e não prejudicar aqueles que necessitam de tão importante atendimento no setor da Saúde”, aponta Teló.
Ao mesmo tempo, também visitando o Douranews, o empresário e escritor Waldir Guerra, após tomar conhecimento de todos os fatos, resolveu se posicionar em favor dos estudantes. “Vou agora cumprimentar esses meninos, pois estão numa luta justa. Se é o Banco do Brasil, poderiam ter feito um projeto melhor, preservando a árvore”, finalizou ao sair para assinar o abaixo-assinado em apoio à preservação da figueira.