Os manifestantes Willian Barreto e Tales Castelani, líderes do grupo que está protestando contra o corte da árvore histórica na avenida Weimar Torres, criticaram a omissão do Comdam (Conselho Municipal de Meio Ambiente) e o Comitê de Defesa Popular e acusou os órgãos de omissão no manifesto.
Barreto, que chegou a receber voz de prisão durante o manifesto, disse que a omissão chega ser vergonhosa. “É uma vergonha que o comitê e o conselho sejam coniventes com o corte desta árvore. Não sei se por motivação política ou financeira, mas eles ignoraram nossa luta. Isso mostra que ambos não são legítimos”.
O professor Tales fez coro ao colega, e mostrou a indignação com a omissão. “Pra mim a ação do Conselho Municipal de Meio Ambiente foi muito conivente com o corte. Agora não sei a causa, mas o Comitê de Defesa Popular não aparecer para nos apoiar é decepcionante”.
O comitê foi contatado pelos manifestantes, e segundo eles, foram informados que os integrantes estavam participando da greve no sindicato dos bancários e não poderiam comparecer. Ronaldo Ramos, presidente do Comitê de Defesa Popular, é bancário e o professor Ataulfo Stein é o presidente do Comdam.