Passando pelo Douranews, o idoso Maurício de Assis foi mais um a declarar apoio ao movimento que busca “salvar” a figueira centenária da Avenida Weimar Gonçalves Torres, em frente ao jornal.
“Meu pai chegou aqui em 1913 e já nos contava histórias sobre esta figueira, que já estava aí”, disse Maurício de Assis. “Eu nasci em 1941, portanto tenho 70 anos, e esta figueira me viu nascer”, conta emocionado.
Ele foi objetivo também ao dizer que “com tantos terrenos na cidade, tinham que vir cortar logo esta árvore centenária?”, disparou.
Para Maurício, não é cortando a figueira que o Banco do Brasil irá construir uma agência bonita. “Eles vão ficar marcados é por contribuir para a destruição da natureza. Vejo essa tentativa de derrubada da árvore com muita tristeza e estou pronto para apoiar estes jovens e todos aqueles que lutam para que tenhamos uma vida mais saudável, preservando a natureza”, finalizou.