Fortalecer as políticas públicas e dar prioridade absoluta para crianças e adolescentes. Esta é a proposta da 7ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizada pela Prefeitura de Dourados nesta sexta-feira, no CCI (Centro de Convivência da Pessoa Idosa) Andre’s Chamorro.
Entre outras autoridades presentes na abertura, estavam a secretária municipal de Assistência Social Ledi Ferla, que representou o prefeito Murilo, a secretária estadual de Trabalho e Assistência Social Marlene Veiga Espósito e o presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente Edmilson Souza Ozório. Crianças e adolescentes de escolas e entidades, além de trabalhadores da Assistência Social e Educação, lotaram o espaço de ventos do CCI para acompanhar a conferência.
O evento começou às 8h com apresentações culturais. O encerramento está previsto para 18h. Após a abertura, Marlene Veiga fez palestra sobre mobilização, implementação e monitoramento das políticas públicas e o Plano Decenal de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes nos Estados, no Distrito Federal e nos municípios.
Houve espaço para debates e trabalhos em grupo baseados em cinco eixos – promoção dos direitos de crianças e adolescentes, proteção e defesa dos direitos, protagonismo e participação de crianças e adolescentes, controle social da efetivação dos direitos e gestão da política dos direitos humanos de crianças e adolescentes.
Durante a conferência será feita a escolha dos delegados que vão levar as propostas de Dourados para a conferência estadual.
De acordo com a secretária Ledi Ferla, o objetivo da conferência é fortalecer as políticas públicas existentes e criar outras dentro da realidade local. Ela destacou que é necessário, dentro deste contexto, fortalecer a família para que dê proteção à criança e ao adolescente.
“É preciso fortalecer toda a rede que envolve crianças e adolescentes, começando pela família e também dando escola de qualidade e saúde de qualidade. Também precisamos do Creas (Centro de Referência Especializado da Assistência Social), do Conselho Tutelar e do Cras (Centro de Referência de Assistência Social). Enfim, é preciso pensar em políticas públicas que dêem prioridade absoluta à criança e ao adolescente”, destacou.