O prefeito Murilo Zauith (PSB) recepcionou na noite desta terça-feira (14), em Dourados, os membros de todo o corpo de conselheiros do Sebrae em Mato Grosso do Sul para oficializar o lançamento, em parceria com o órgão e o apoio do Governo do Estado, da Feira do Empreendedor, evento que, após 15 edições, pela primeira vez acontecerá fora da órbita de uma capital de Estado.
“Por isso mesmo, só temos a agradecer pela confiança que vocês, do Sebrae e do Sistema S [Sesi, Senai, Senac, Senar e Sesc/Senat] estão depositando em Dourados, como um sinal de confiança também na administração. Vamos mostrar para o Brasil o que temos e o que ainda podemos ser, porque Dourados é a locomotiva do desenvolvimento de Mato Grosso do Sul e agora também pode sentir o gostinho de já respirar ares de capital”, discursou o prefeito.
A expectativa dos organizadores é de consolidar em torno de R$ 1 milhão em negócios no período de 1 a 3 de junho, quando cerca de 500 empresas vão ocupar uma área de 5.000 m2 previamente demarcados no espaço do Pavilhão de Eventos “Dom Teodardo Leitz”, ao lado do CAM (Centro Administrativo Municipal), na rua Coronel Ponciano.
Murilo disse ainda, diante de um público de empreendedores e dirigentes de entidades como a Fiems (Federação das Indústrias de MS), Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), da Faems (Federação das Associações Empresariais de MS), da Fecomércio (Federação estadual dos Sindicatos do Comércio), dos superintendentes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica no Estado, além dos representantes locais da Aced, Sindicom, CDL, e pequenos e micro empresários da cidade e região, que a Feira é um projeto que visa contemplar a todos.
“Não faz parte dos nossos propósitos dividir a sociedade entre os que podem tudo e os que não podem nada”, afirmou o prefeito, convocando o empresariado local e aqueles segmentos que ainda desejam iniciar um negócio a participar da feira, revelando o tripé do desenvolvimento econômico do Município nas três faces mais determinantes, da forma como se apresentam, pela força do comércio, da agricultura e, mais recentemente, do setor industrial.