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Nova escola Presidente Vargas deverá funcionar em 2013

18 de fevereiro 2012 - 17h05 Por Redação Douranews
Nova escola Presidente Vargas deverá funcionar em 2013

A reconstrução da Escola Estadual Presidente Vargas segue em ritmo acelerado na área central de Dourados. As obras de demolição, ampliação e reformas estão concluídas e a próxima etapa é a ligação entre as lajes. Para isto a empreiteira responsável pelas obras já deu início às caixarias. A previsão é de que em 15 dias esta etapa seja vencida e em 2 meses haja reboco, esquadrilhas e cobertura do primeiro bloco.

O deputado federal Geraldo Resende (PMDB), autor da articulação que liberou para dos recursos que custeiam a reconstrução da escola, acompanha todas as etapas da obra. Hoje (18) pela manhã, o deputado, que foi aluno da escola, visitou novamente o canteiro de obras e renovou a expectativa é a de que a ‘nova Vargas’, como ele chama o processo de reconstrução, seja o colégio mais moderno do Estado.

A escola terá estrutura para atender alunos com algum tipo de deficiência. De acordo com o mestre de obras, Francisco Romero Tomiatti, haverá salas adaptadas de 8 metros de largura por 10 de comprimento. Os alunos também vão contar com passarelas e elevador totalmente adaptados.

Além das reformas e ampliações, o projeto prevê a construção de um anfiteatro, restauração total do prédio e instalação de equipamentos modernos, restabelecendo o número de salas de aula, além dos setores administrativos, estrutura para prática de esportes e laboratórios.

Também está prevista a preservação de toda a fachada histórica, em suas características originais, construção de um novo pavilhão com dois pavimentos, laboratórios e área pedagógica com 24 salas de aula. Na área restaurada serão construídas salas para biblioteca, secretaria, direção e recepção. A previsão é de que o ano letivo de 2013 já funcionará no prédio reconstruído.

O projeto vinha sendo encaminhado nas diversas instâncias desde 2009 e os recursos foram garantidos depois de diversas articulações, somando emendas do deputado Geraldo Resende e do senador Waldemir Moka, a contrapartida do Governo do Estado e os recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). São mais de R$ 5 milhões em investimentos.