Na última edição da “folha de dourados”, que mantém vivos os ideais anunciados por Theodorico há 44 anos [verdade, trabalho e vigilância], o empresário José Henrique Marques fala um pouco da trajetória de 5l anos de vida, que quase se confundem com a idade do jornal e defende uma nova visão para os investidores em publicidade, mídia jornalística. “O empresário tem o dever cívico de participar da construção da cidadania, onde o bom jornalismo é imperativo e, portanto, o investimento na mídia cidadã é fundamental”.
Nesse sentido, o diretor da “folha” lamenta que “parte expressiva do empresariado” ainda continue com a visão atrasada, “pensando apenas no próprio umbigo, não vislumbrando o futuro de seus netos. Derramam recursos em mídias obsoletas, piegas, sensacionalistas e pouco preocupadas com a demanda de transformação social que ainda carece Dourados, o MS e o Brasil. Essa gente ainda não percebeu que numa democracia a “censura” a imprensa é feita pelo mercado. E censurar (negando veiculação de propaganda) o jornalismo de verdade em detrimento aos jabazeiros, picaretas e puxa-sacos não é, definitivamente, uma estratégia inteligente”.