Dez funcionários da Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) trabalham, desde o início da manhã desta quinta-feira (22), na remoção da carcaça da baleia que apareceu morta nas proximidades da orla de São Conrado, na Zona Sul, na última terça-feira.
Para o trabalho de remoção do animal - que pesa 20 toneladas e tem 13,5 metros de comprimento - os garis utilizam três motosserras, dois caminhões truncados, duas pás mecânicas e uma carreta. Após ser cortada, a baleia será levada para o aterro sanitário de Gramacho, na Baixada Fluminense.
Baleia à deriva
Após um impasse de mais de 24 horas pela sua remoção, o cetáceo ficou à deriva e os biólogos que iriam fazer a sua necropsia chegaram a cogitar que o animal tivesse sido carregado de volta para o alto-mar com a correnteza.
No entanto, na tarde dessa quarta-feira, a baleia foi vista na orla da praia da Reserva, na altura da Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Em menos de 1h, o seu corpo chegou à areia da praia. Biólogos da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) já recolheram amostras da baleia para tentar determinar a causa da morte.