Bruna Fernanda Ruiz Vieira de Brito, moradora na área do cemitério Park de Dourados, procurou o Douranews ontem (27) para reclamar do mau atendimento das recepcionistas do HU (Hospital Universitário) que funciona nas proximidades da região onde ela mora. A mulher não é a primeira a reclamar do despreparo e da desinformação que predomina entre as pessoas que tem a função de fazer o primeiro atendimento no hospital.
De acordo com Bruna, no sábado (24), por volta de 12h30, ela precisou dos serviços do HU, quando a sobrinha Rafaela Vieira, de onze meses de idade, teve um problema ao engolir uma tampa de garrafa de refrigerante. A tia contou que ficou assustada com o fato e procurou imediatamente o Hospital Universitário, até em função da proximidade. Da casa dela até o HU a distância é de pouco mais que 500 metros.
Porém, a mulher relatou que, ao chegar no hospital, a recepcionista disse que ali não era “lugar de pronto atendimento” e se recusou inclusive a prestar mais informações sobre como ela deveria proceder. “A gente fica assustada quando vê a criança engasgada e mesmo sabendo que deveria procurar o PAM, achei que ali receberia atendimento, principalmente pela gravidade do problema”, relatou Bruna Ruiz. Ela registrou a reclamação quanto ao mau atendimento junto à Ouvidoria do HU. Depois, procurou outra unidade hospitalar onde a criança recebeu a atenção necessária.