Preocupado com o impasse que a se arrasta há anos, o vereador fez alguns questionamentos sobre as ações do governo federal nesses 20 anos de conflito para solucionar a questão. “O poder judiciário, há mais de duas décadas, realiza ações para resolver os impasses, e ainda não apresentou soluções de primeira instância”, destacou.
Gino disse que o poder legislativo precisa elaborar leis que contemplem tanto os índios quanto os proprietários rurais. “Temos que realizar ações objetivas, concretas que garantam o bem estar a todos. Temos uma legislação em vigência, porém, o judiciário precisa fazer com que as leis existentes sejam cumpridas para que possamos ter mais tranquilidade”, sugeriu.
Diante desse impasse, Gino reiterou que é necessária iniciativa ousada sem demagogia e com bastante agilidade. “É com muita tristeza que nós, brasileiros assistimos em rede nacional de televisão conflitos entre índios e os legítimos proprietários das áreas. Nossos irmãos índios têm que ser importantes para nós brasileiros e não para autoridades mal intencionadas fazer discursos internacionais”, criticou.
Em relação aos órgãos responsáveis pela tutela dos índios, Gino afirmou que devem mostrar mais comprometimento com a causa, “pois não estão realizando suas funções de acordo, já que muitos índios vivem na miséria e esses funcionários são muito bem remunerados”.
O vereador ainda lembrou que em Dourados uma área foi invadida ao lado da reserva indígena e nenhuma decisão sobre o pedido de reintegração de posse do proprietário da área se arrasta há mais de seis meses. “Isso comprova a morosidade do cumprimento das leis do nosso judiciário brasileiro. Acreditamos no judiciário e sabemos de sua competência, mas precisamos de agilidade em suas decisões”, pediu. (Com assessoria)