Uma candidata que participou o concurso para a vaga de técnico administrativo da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), realizada domingo (10) envolvendo cerca de 10 mil pessoas em Dourados, enviou email para o Douranews colocando sob suspeita alguns procedimentos adotados pela coordenação das provas.
Segundo ela, que foi uma das três últimas a deixarem a sala H 23 do bloco B no piso superior da Unidade II do campus da Universidade em Dourados, os envelopes das provas objetivas não foram lacradas na presença dos três últimos candidatos, presentes.
“Os três últimos candidatos assinaram, mas as provas permaneceram visíveis sobre a mesa, onde foi autorizado pelos fiscais a saída dos mesmos da sala, pois eu estava entre os três últimos candidatos daquela sala”. A candidata questiona: “Que garantia teríamos nós, como candidatos que pagamos taxa de inscrição? Acredito ser um descaso com os candidatos, pois eu acreditava estar se tratando de um concurso sério e competente por se tratar da UFGD e na minha opinião essa prova teria que ser anulada”.
A jovem diz que entrou em contato com o Centro de Seleção, encarregado pela aplicação das provas, e os responsáveis alegaram que após a conferencia do envelope do cartão-resposta da sala dela, na presença dos três últimos candidatos, o material é reconferido pelo coordenador e chefe de setor do prédio. E que o malote é lacrado na presença do coordenador, chefe de setor, representante local e mais dois fiscais, que assinam a ata de fechamento do malote registrando o número do lacre que fechou o malote. E ainda, que esse lacre é conferido pelo Centro de Seleção ao retirar os malotes no local de prova, e que tal procedimento é padrão em vários certames no Brasil, como por exemplo, no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).