Marçal é presidente nacional da Frente Parlamentar de Apoio ao Ensino Técnico e Profissionalizante e iniciou uma luta pela implantação do instituto ainda em 2010. À época o parlamentar foi bater às portas da Secretaria Nacional de Educação Profissional e Tecnológica e falar com o Secretário Eliezer Moreira Pacheco, para que o município não ficasse fora do plano de expansão.
Primeiramente a prefeitura anunciou que o IFMS ficaria em um espaço próximo à Vila São Pedro e ao Marco da Colônia Agrícola Federal de Dourados, mas, posteriormente destinou outra área para a construção. “Essa é uma luta antiga que tomei como bandeira do meu mandato, por duas vezes Dourados perdeu a possibilidade de ganhar uma unidade devido à morosidade de administrações anteriores, o instituto de Ponta Porã, por exemplo, está no estágio final enquanto o nosso inicia as primeiras etapas”, declarou o deputado. Segundo o parlamentar a nova localização facilitará o acesso dos estudantes, tanto pela proximidade quanto pela frequência do transporte público até o local.
O termo de doação também foi assinado pelo reitor do IFMS Marcus Aurelius Stier Serpe que acompanhou todo o processo para a inclusão de Dourados – e posteriormente Jardim e Naviraí, no plano de extensão. “Este ato é com toda certeza um dos mais importantes para município, um presente para a qualificação e formação profissional dos jovens da Grande Dourados. O deputado Marçal Filho teve sensibilidade para perceber isso e graças ao seu trabalho ao lado do deputado Antônio Carlos Biffi, garantimos esta unidade para Dourados, além das outras duas cidades que serão beneficiadas através do Pronatec”, disse o reitor.
Segundo o parlamentar o próximo passo é a definição dos cursos que poderá ser norteada através de uma audiência pública em conjunto com a prefeitura, a exemplo de como foi feito em Dourados anteriormente e em Naviraí. ”A primeira audiência, realizada na Câmara Municipal contou com a presença do reitor Marcus Aurélius e norteou os rumos da implantação da instituição. Nós também discutimos com representantes dos segmentos da educação e do comércio as necessidades regionais. Vamos agora reforçar este trabalho para que os cursos oferecidos atendam a demanda de mão de obra local e dessa forma os jovens já possam sair empregados”, concluiu.
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