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Técnico do FNDE diz que Dourados aplica bem recursos da Educação

25 de julho 2012 - 18h18 Por Redação Douranews
Técnico do FNDE diz que Dourados aplica bem recursos da Educação

A execução do PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola) está sendo bem orientada, bem conduzida e, sobretudo, bem documentada em Dourados. Foi o que informou Daêr José Vieira da Motta, um dos técnicos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) que vieram à cidade para realizar curso de capacitação aos agentes escolares. Outro técnico, Odesvaldo Pereira da Silva, também aplicou o curso.

O evento foi aberto na manhã desta quarta-feira (25) no anfiteatro da Unigran, com a presença de pelo menos 200 pessoas entre professores, diretores, coordenadores e servidores administrativos da Rede Municipal de Ensino.

O secretário municipal de Educação Walteir Betoni lembrou na abertura que a capacitação é de fundamental importância para os profissionais das escolas, por orientar os gestores sobre o bom uso do dinheiro nos estabelecimentos de ensino.

As palestras acontecem até 17h30. O primeiro a palestrar foi Daêr José Vieira da Motta, que falou da importância e os objetivos da capacitação. “É um trabalho feito no Brasil inteiro. É basicamente um acompanhamento sobre como está sendo conduzido o programa. Em Dourados constatamos que está em um bom nível, bem conduzido e bem documentado”, destacou.

Durante a formação, os agentes escolares conhecem o passo a passo da execução do programa, desde o processo de adesão até a prestação de contas. O objetivo é esclarecer dúvidas dos dirigentes e prevenir erros na utilização dos recursos.

Criado em 1995, o PDDE tem a finalidade de prestar assistência financeira em caráter suplementar nas escolas da rede pública de educação básica e às escolas privadas de educação especial, mantidas por entidades sem fins lucrativos. O objetivo é promover melhorias na infraestrutura física e pedagógica das unidades de ensino e incentivar a autogestão da educação integral.

Os recursos destinam-se a pequenos reparos nas unidades de ensino e à manutenção da infraestrutura da escola. Também podem ser utilizados na compra de material de consumo e de bens permanentes, como geladeira e fogão, por exemplo, para equipar o atendimento escolar.