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Aula Magna de Psicologia discute o humano contemporâneo na Unigran

11 de março 2013 - 12h04 Por Redação Douranews
Aula Magna de Psicologia discute o humano contemporâneo na Unigran

O curso de Psicologia realizou, na semana passada, a Aula Magna com acadêmicos de todos os semestres. Sob o tema “O humano: contemporâneo ou de todos os tempos?”, o coreógrafo convidado Paulo Paim exibiu uma performance do poema “Metade”, de Oswaldo Montenegro e falou sobre a construção do personagem. Em seguida, uma mesa redonda abordou os construtores da Psicologia Humanista e da Psicanálise sobre esse homem, o humano retratado na poesia.

A coordenadora do curso, Rosemeire Souza Martins, reiterou a integração entre estudantes, calouros e veteranos, discutindo temas próprios da Psicologia, inclusive da Arte que sempre tem uma ligação muito direta com essa área, como expressões humanas. A professora explica que “a poesia fala das angústias humanas, metade é solidão, metade é estar junto, compartilhar. Então, em cima dessa performance as professoras falaram da perspectiva psicanalítica e da perspectiva humanista do homem, desse homem contemporâneo”.

O professor de dança contemporânea explicou em palavras o que faz em movimentos. O que e como ocorre este processo de passar os pensamentos da cabeça para o corpo. Segundo Paulo, a criação é “100% imaginativa, as imagens precisam vir na minha cabeça. Eu preciso ver esses movimentos por vultos, por desenhos no espaço dentro da minha cabeça e quando vou passar para o corpo tento ser fiel às linhas de desenho que aconteceram na minha cabeça. No caso dessa música, como é um poema e as palavras são encaixadas lindamente eu pensei em ilustrar as palavras”.

Após a apresentação do coreógrafo, a mesa redonda composta pelas professoras Bruna Paes de Barros, Maria Helena Touro Beluque e Elizete Bachi Comerlato discutiu a temática. Para a acadêmica do 5º semestre, Isabel Cristina Jerônimo Mussoline, foi um impacto emocionante. “Eu acho que a Psicologia, por tratar das questões humanas, não pode deixar de lado o pensamento do homem enquanto um ser que produz, que produz arte e que expressa seus sentimentos”, afirma.