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Hospital Veterinário da Unigran adquire equipamentos de diagnóstico rápido

02 de abril 2013 - 18h19 Por Redação Douranews
Hospital Veterinário da Unigran adquire equipamentos de diagnóstico rápido

Para melhor atendimento aos animais de pequeno, médio e grande porte, o Hospital Veterinário da Unigran tem investido cada vez mais em tecnologia. A última aquisição foi o aparelho de ultrassonografia Mindray Colorido M5 VET que possui dobler (técnica que visualiza o filtro sanguíneo) para avaliar a área cardíaca, caso o animal de pequeno porte tenha refluxo, insuficiência cardíaca congestiva, etc.

O médico veterinário Guilherme dos Santos diz que o aparelho dá mais informações para se chegar a um diagnóstico preciso, pois a qualidade de imagem é bem maior. “Para o setor acadêmico é melhor ainda, porque a tela é de 15’’, o de antigamente era de 10’’ para os acadêmicos acompanharem e se caso quiséssemos colocar uma TV de 50’’ também dá. Tem entrada para impressora, podendo até mesmo fazer vídeos. Esse aparelho é utilizado em centros de diagnósticos especializados e para animais de pequeno porte”, conta.

De acordo com o veterinário, o aparelho traz facilidade de diagnóstico. “Com esse aparelho de ultrassom podemos fazer, por exemplo, um exame para ver se existe insuficiência da válvula mitral do animal. Antigamente esse exame era feito no raio-X, que era muito superficial. Agora podemos ter mais acesso a resultados rápidos e satisfatórios para um melhor tratamento”, destaca.

Cães e gatos

FIV e FeLV ou Imunodeficiência Felina e Leucemia Felina são doenças transmitidas através da mordida e lambedura de gato para gato altamente infectocontagiosa. O Hospital Veterinário da Unigran dispõe agora de kits de testes para o diagnóstico e tratamento dessas doenças.

A médica veterinária Marcela Lima explica como é feito o processo de vacinação e tratamento, caso o animal já tenha contraído alguma dessas doenças. Segundo ela, “são feitas três doses e o animal a partir dos 45 dias de vida já recebe a primeira dose da vacina, depois são feitos três reforços uma vez por mês e uma vez por ano. E com essas vacinas evitamos a transmissão de doenças, porque a FIV e FeLV são altamente contagiosas”.

Para os cães, o Hospital Veterinário possui os testes para Snap Canino 4DX, que é um teste de diagnóstico para Erlichia, Babesia e Anaplasma, doenças transmitidas ao cão através do carrapato. “É um teste rápido, coleta o sangue na hora, só pinga uma gotinha e depois de três a quatro minutos está pronto o exame que não tem nenhuma contraindicação”, explica a veterinária.

Marcela esclarece que o tratamento dos cães é tranquilo. “Fazemos terapia, caso esteja muito doente ele acaba sendo internado, pode ser necessária a realização da transfusão do sangue e também o tratamento é feito por medicação intravenosa. Se a doença estiver em fase inicial, o animal é tratado em casa. Já no caso dos gatos as duas doenças são muito complicadas de se tratadas. Porque a imunodeficiência é como a AIDS. Qualquer contato com a bactéria o organismo já consegue responder. Tentamos dar uma estabilidade na qualidade de vida do animal, mas não tem cura”.

Vacinas importadas

O coordenador do curso de Medicina Veterinária da Unigran, Thiago Leite Fraga, informa que o Hospital Veterinário conta com mais um benefício: as vacinas que agem contra doenças virais de cães e gatos. Ambas são importadas.

A vacina canina polivalente V8 importada, que protege contra oito doenças [cinomose, dois tipos de adenovirose, hepatite, parvovirose, dois tipos de leptospirose, coronavirose, parainfluenza e laringotraqueíte] e as vacinas felinas polivalentes V5 quíntupla, que protegem contra cinco doenças da V4 e FeLV (Leucemia Viral Felina): rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia e clamidiose quádrupla.

O coordenador explica que as vacinas são aplicadas em animais filhotes, geralmente com 45 dias de vida, porque antes disso, eles têm uma grande deficiência de imunização a esses agentes virais. “É feito um protocolo de três doses para combater essas doenças que são tão complicadas de serem tratadas e a cada ano é feito o reforço com apenas uma dose”, informa.

Conforme o médico veterinário Thiago, “todas são de cunho viral que têm uma transmissão bastante fácil, por isso há a necessidade da vacinação. Caso a fêmea tenha filhotes. A mãe vacinada irá transmitir anticorpos para os filhotes e eles nascem mais imunes a esses tipos de doenças que tem um alto índice de mortalidade”.

Os cães precisam estar em bom estado corporal, pois vão passar por uma avaliação clínica. Constatada a sanidade, inicia-se o protocolo de vacina e é realizado o protocolo de everminação. Com assessoria