O recadastramento para a casa própria, iniciado em fevereiro deste ano pelo Departamento de Habitação, seguindo determinação do prefeito Murilo Zauith, chegou a quatro mil pessoas até agora. O prazo dado pela Prefeitura de Dourados para renovar a inscrição termina no dia 20 de maio.
Apesar de todo o trabalho que vem sendo realizado, tanto na sede do departamento quanto nos bairros e nos distritos, o número é considerado baixo, já que existem pelo menos 18 mil pessoas inscritas na fila da casa própria.
O diretor do Departamento de Habitação Toninho Cruz, informou que atualmente são preenchidas em média 120 fichas por dia, um índice considerado baixo se levado em conta o volume de pessoas que estavam até então na fila de espera.
Conforme os mais recentes levantamentos, 5.516 fichas foram preenchidas até agora, sendo 1.465 de cadastros novos e 4.051 de cadastros renovados. Destes, em torno de mil inscrições são de pessoas idosas e o restante inclui deficientes, mulheres chefes de família e demais famílias que se enquadram nos programas de habitação popular.
Para intensificar a busca aos candidatos à casa própria que estavam na fila de espera, a Prefeitura está atendendo nos distritos, já tendo passado por Vila Vargas, Vila Formosa e Picadinha. Nesta sexta-feira (5) uma equipe do Departamento de Habitação passa o período da manhã na escola Firmino Vieira, em Macaúba.
Os bairros de Dourados também estão recebendo as equipes da Habitação. Nesta quarta-feira (3) o trabalho foi realizado no Cras da Vila Cachoeirinha e dia 10 será no Cras do Jardim Água Boa. Durante a semana ocorre o atendimento normal no Departamento, que funciona no CAM (Centro Administrativo Municipal), que ainda mantém plantões em alguns finais de semana. O próximo plantão será no dia 13 deste mês.
Toninho Cruz lembra que a iniciativa do recadastramento partiu do prefeito Murilo, por conta do grande número de pessoas sorteadas que não compareciam para finalizar o recebimento da casa. “Isso provocava uma série de transtornos, já que sorteios complementares precisavam ser feitos”.