Moradores dos distritos de Dourados com renda familiar baixa também serão contemplados com casas populares na administração do prefeito Murilo Zauith (PSB). Até o fim do mandato, em 2016, o prefeito promete construir 675 casas nos distritos e mais 200 unidades na zona rural, para atender agricultores familiares.
Estão em construção 50 casas, sendo 22 no distrito de Vila Vargas e 28 em outro residencial no distrito de Vila São Pedro. Todas as unidades integram o PSH (Programa Social de Habitação).
A Prefeitura já protocolou, e estão em fase de análise na Caixa Econômica Federal, mais nove residenciais, contemplando os distritos de Formosa, com 45 casas e os demais, Indápolis, Vila Vargas, São Pedro, Panambi, Macaúba, Pia acadinha e Itahum, com 40 cada.
Há ainda um projeto para a construção de 250 casas nas aldeias indígenas de Dourados, totalizando 575 moradias em análise. As casas dos distritos e aldeias atendem famílias cadastradas e associadas a entidades indígenas e rurais.
No total, somando o que está em construção e em análise, 675 famílias que forem contempladas terão a possibilidade de viver melhor na casa própria, tanto nos distritos quanto nas áreas indígena.
Meta superada
O prefeito Murilo tem a habitação como uma das prioridades da administração. Ele afirma que continuará trabalhando para viabilizar mais projetos. A meta para o mandato, que era de 6.000 casas, já foi ultrapassada e os projetos chegam a quase 10 mil moradias.
De 2011 até agora foram entregues 1.621 residências. Estão em construção mais 1.943 unidades, enquanto 5.738 estão em análise pela Caixa Econômica Federal.
É um trabalho que contempla pessoas carentes como o deficiente físico Jair Mieres, de 44 anos, morador em uma casa do residencial Dioclécio Artuzi II, na zona urbana. Ele vive na casa nova com a esposa Rosilene e os filhos Maria Fernanda, de quatro, e Enzo Gabriel, de um ano. “Graças a Deus agora tenho a minha casa”, comemora.
Jair conta que antes pagava aluguel. Entrava numa casa ruim, arrumava o local e logo o dono pedia o imóvel. “Os R$ 350 que vou economizar dá para comprar verduras e frutas para as crianças”, conta o homem que mora há cinco meses na casa própria.