As entidades com assento no CMD (Conselho Municipal de Desenvolvimento) estão preparando propostas para 2014. A ideia, apresentada pela presidente do conselho e secretária de Desenvolvimento Econômico Sustentável Neire Colman, é reunir sugestões que possam colaborar no desenvolvimento de Dourados. Cada entidade está preparando o seu plano de ação para 2014.
A proposta de Neire Colman é que os membros do CMD reúnam as principais sugestões para formar o plano de ação do Conselho para o próximo ano. Essas sugestões também irão fazer parte do plano de ação da Semdes (Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável) para o ano que vem.
“Já que somos um grupo pensante, nada melhor que aproveitar as boas ideias para projetos de desenvolvimento de Dourados”, diz Neire. De acordo com a secretária, a proposta atende a forma de gestão do prefeito Murilo Zauith (PSB), que incentiva a participação da sociedade organizada nas discussões sobre o futuro da cidade. O foco é o pensamento fixo no desenvolvimento do município.
Fazem parte do CMD 13 representantes de entidades. O titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável é quem preside. Os outros 12 representantes são da própria Secretaria, da Procuradoria Geral do Município, e das Secretarias de Fazenda, Infraestrutura e Desenvolvimento e de Planejamento, e ainda dos órgãos como Senai, Sebrae, Sindicato dos Contabilistas, Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados), Aead (Associação dos Engenheiros Agrônomos e Arquitetos de Dourados), bancos oficiais e universidades públicas.
Ações de investimentos
Na reunião do mês passado os conselheiros aprovaram a doação de uma área de 2.000 m² no DID (Distrito Industrial de Dourados) para a empresa Dourablocos, que vai transferir a fábrica da área urbana e poder ampliar a produção de artefatos de cimento.
Também foi aprovada a doação de uma área de 5.460 m² no Distrito Industrial de Vila Vargas para a empresa A.J Comércio e Instalações Elétrica (Unitech). A empresa vai instalar a primeira fábrica de painéis e quadros elétricos do Estado, gerando entre 20 e 25 empregos especializados. A empresa também ganhou isenção de IPTU por quatro anos, caso esse imposto passe a ser cobrado naquele local.