Os presidentes da Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados), Antonio Nogueira; da CDL (Câmara dos Diligentes Lojistas), Cândido Gimenez e do Sindicom (Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista de Dourados), Valter de Castro, voltaram a defender, nesta quarta-feira (5), o direito de os estabelecimentos comerciais abrirem aos domingos, feriados e em horários diferenciados.
Durante participação no programa de entrevistas da rádio comunitária Boa Nova FM, conduzida pelo radialista Luiz Farias Torres, presidentes falaram sobre as ações desenvolvidas pelas entidades, os eventos em parceria e do bom relacionamento. Explicaram ainda a proposta de viabilizar o projeto do Palácio do Comércio, onde no mesmo local todas as instituições poderiam ter a sua sede própria.
A proposta de abertura do comércio em horário diferenciado é justificada pelos dirigentes com o fato de Dourados ser um polo regional que atrai consumidores de todas as cidades do entorno e até de países vizinhos. “Temos a certeza que com o aumento do consumo em nossa cidade, as empresas e os lojistas terão que se adaptar, precisamos rever conceitos para termos o nosso próprio desenvolvimento, hoje vemos lojistas em outras cidades que trabalham 24 horas, não fecham, e os funcionários estão satisfeitos, porque o sistema foi feito para que eles não sofram nenhum tipo de prejuízo, e assim que deve ser, nossos funcionários devem ser respeitados acima de tudo”, disse Castro.
Sede única
“Acreditamos que uma sede única, o Palácio do Comércio, com infraestrutura e capacidade de atendimento, melhoraria muito os serviços oferecidos pelas instituições, estamos elaborando um projeto de um grande aglomerado comercial, com estacionamento, salas e auditórios, a Aced tem um terreno grande em excelente localização, então estamos sonhando juntos esse projeto, centralizar tudo num único endereço”, disse Nogueira.
Já o presidente da CDL disse, sobre a luta das entidades para que o comércio possa abrir em horários diferenciados, que isso não vai prejudicar o colaborador, “na verdade amplia as vagas de emprego gerando renda e qualidade de vida, porque o empresário não pode utilizar um quadro fixo de funcionários, terá que contratar para atender, as pessoas querem comprar a noite e nos finais de semana, o comércio tem que acompanhar a demanda”.