As medidas adotadas desde 2011 pelo prefeito Murilo Zauith (PSB) para retomar a credibilidade, o crescimento e o desenvolvimento de Dourados, com foco na preparação para o futuro, já apresentam resultados concretos e positivos, principalmente na área de infraestrutura. Os números mostram que o parcelamento de solo para implantação de loteamentos e residenciais quase triplicou nos últimos três anos.
Murilo assumiu a Prefeitura em 2011 com o propósito de recolocar o município no rumo do desenvolvimento. A primeira grande ação foi o debate em torno da ampliação do perímetro urbano, que em setembro do mesmo ano foi concretizado, passando de 82 para 260 quilômetros quadrados.
Foi uma intensa discussão com a participação da sociedade organizada e principalmente o setor imobiliário, até que a necessidade real da medida fosse entendida. Com o novo perímetro, a cidade foi dividida em regiões, determinando o local em que cada empreendimento pode ser instalado, inclusive áreas específicas para projetos habitacionais.
O perímetro urbano atual foi projetado para atender as necessidades do município, pelo menos por uma década, garantindo a expansão da cidade de forma organizada e planejada. Até então as ampliações de perímetro ocorriam de maneira localizada, apenas com o intuito de facilitar a implantação de determinado empreendimento, sem uma avaliação mais aprofundada.
Com a nova área urbana e a nova lei de parcelamentos de solo, começaram a surgir os loteamentos. Até 2011, havia apenas cinco projetos, sendo um padrão normal, três sociais e um industrial em tramitação na Prefeitura. Em 2012 já existiam oito loteamentos propostos, sendo quatro de padrão normal e quatro sociais. O ano de 2013 fechou com 13 loteamentos, dois fechados, um padrão normal, seis sociais, um comercial e três nos distritos.
No ano passado, também, uma alteração na Lei 1041/79 reduziu o lote padrão de 360 m² para 300 m² de área mínima. Na mesma alteração foi criado o loteamento social, uma iniciativa do prefeito Murilo para dar melhor condição às pessoas com menor poder aquisitivo de comprar um terreno para futura construção da casa própria. Nestes loteamentos são permitindo lotes com área mínima de 200 m², com frente de 10 metros.
O secretário de Infraestrutura e Desenvolvimento Jorge Luis de Lúcia afirma que as mudanças projetadas deram cara nova à cidade, com boa reciprocidade dos investidores externos, que encontraram no município uma legislação melhor e mais moderna, como a redução do tamanho do lote padrão e a criação do loteamento social privado.