O presidente do Crea-Ms (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) de Mato Grosso do Sul, Ahmed ‘Mito’ Gebara, é o coordenador nacional do GT (Grupo de Trabalho) constituído pelo Confea (o Conselho Federal das profissões) encarregado da elaboração da cartilha que será repassada os municípios para orientar as prefeituras na implantação, obrigatória a partir do ano que vem, do Plano Municipal de Saneamento.
Mito disse nesta segunda-feira (15), em visita ao Douranews, acompanhado pelo diretor do Crea Júnior [segmento do Conselho que trabalha com os universitários dos cursos de Engenharia e Agronomia], Marco Aurélio Cândia Braga, que o resultado do GT de Saneamento será apresentado ao Governo até sexta-feira (19), em atendimento à Lei 11.45/2004 e à portaria 0286/2014.
“O que estamos fazendo, com a participação de representantes de São Paulo, Rio de Janeiro e dos 27 Crea’s do País, é preparar um manual que vai servir como guia de orientação para que os gestores municipais saibam como elaborar projetos e captar recursos estaduais ou federais para investir na área de saneamento”, comentou Mito Gebara.
O mandato do primeiro douradense a assumir o Conselho estadual vence em dezembro deste ano e já no dia 19 de novembro serão realizadas eleições para escolha da nova diretoria, para os próximos três anos. Quatro chapas disputam a diretoria, sendo três delas encabeçadas por engenheiros civis e uma por um engenheiro agrônomo.
Ações
Em reunião com profissionais de Dourados, nesta semana, o presidente do Crea-MS falou sobre os trabalhos realizados desde que assumiu a vaga deixada com o afastamento do titular, Jary Carvalho [o presidente renunciou ao cargo para disputar eleições de deputado estadual pelo PT, passando o cargo para o primeiro vice-presidente], enumerando ações nas áreas de acessibilidade, visando facilitar a portadores de deficiências e pessoas com mobilidade reduzida as condições de estacionamento em vagas demarcadas e os direitos no trânsito; campanhas de valorização profissional que impõe na contratação de pessoal com registro registrado no Crea; combate e prevenção à formação de depósitos para proliferação do mosquito da dengue em canteiros de obras; por condições de segurança e fluidez aos usuários das calçadas; e à fiscalização quanto ao exercício da atividade, com o cumprimento das exigências legais por todos os segmentos envolvidos.