A professora Maria Madalena Marques, coordenadora do curso de Serviço Social da Unigran, comentou hoje (8) que a profissão, muito mais do que se preocupar com a população de baixa renda, “tem compromisso com a garantia de direitos sociais”.
“O Brasil é um país com alto índice de desigualdade social, mas assistentes sociais atendem também a violência doméstica e dependência química, que não são problemas sociais somente de uma classe social”, exemplifica.
O mercado de trabalho também abrange diversas áreas. Existem muitos concursos públicos, mas quem prefere a área privada tem opções. “Você pode encontrar assistentes sociais trabalhando em ministérios, autarquias, prefeituras, em empresas privadas, hospitais, escolas, creches, unidades de saúde, centros de convivência, movimentos sociais em defesa dos direitos da mulher, da classe trabalhadora, da pessoa idosa, de crianças e adolescentes, de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, os negros e negras, indígenas, em ONGs, em universidades públicas e privadas e em institutos técnicos”, enumera a coordenadora.
Mas seja em empresas ou em cargos públicos, o profissional precisa ter algumas características. “Sensibilidade social, convicção e confiança nas pessoas e na sua capacidade de realização e resolução dos problemas, capacidade para a motivação e estímulo, aptidão para o relacionamento humano, maturidade, afinco para vencer dificuldades, empatia e distanciamento” são algumas das mais importantes, para a professora Madalena.
Serviço Social é um dos 26 cursos oferecidos pela Unigran no Vestibular 2015. As inscrições já estão abertas e a prova acontece no dia 1 de novembro. Mais informações podem ser encontradas no site www.vestibularunigran.com.br.