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Madson pede pistas de caminhada às margens da BR 163

12 de novembro 2014 - 11h27 Por Redação Douranews
Madson pede pistas de caminhada às margens da BR 163

Preocupado com os riscos de acidentes na rodovia BR 163, o vereador Madson Valente (DEM) encaminhou indicação ao prefeito Murilo Zauith (PSB) e ao presidente da CCR/MSVia (concessionária responsável pela duplicação da rodovia), Mauricio Negrão, sugerindo a execução de um projeto de parceria para construção de pistas de caminhadas às margens da rodovia, nos trechos que cortam os distritos de Vila Vargas e Vila São Pedro e os bairros Parque Nações I, Parque das Nações II, Jardim Brasília, Vista Alegre.

Conforme o vereador, em todas essas localidades, os moradores fazem uso da BR 163 para fins de atividades físicas. Para Madson Valente, a construção de pistas de caminhada às margens da rodovia, através de uma parceria entre o município e a concessionária, será um grande avanço para às comunidades situadas às margens da rodovia, já que possibilitará aos moradores um ambiente adequado para a prática de atividades físicas.

“Infelizmente não temos espaços adequados para este tipo de atividade, ocasionando situações de muitos riscos, visto que todos nós somos conscientes que devemos fazer da caminhada uma prática cotidiana. Por isso, defendo esta iniciativa como forma de preservarmos vidas”, ressaltou o vereador na tribuna da Câmara.

Desde o começo do ano, Madson tem atuado como um interlocutor entre os moradores dos distritos e bairros de Dourados junto a CCR/MSVia. Através de ações do mandato do vereador, a concessionária abriu um canal de diálogo e já cogita a possibilidade de alteração do projeto de duplicação da rodovia para que os distritos de Dourados não sejam prejudicados com implantação de desvios na BR, no acesso ao perímetro urbano de Vila Vargas e Vila São Pedro.

A possibilidade de desviar o trânsito de veículos, através da construção de anel viário e de marginais nos referidos distritos, tem assustado os moradores, principalmente, os comerciantes dos distritos, que temem que a atividade econômica dos distritos seja diretamente prejudicada, caso o projeto original da concessionária não seja alterado. Com assessoria