As entidades que atuam no comércio lojista, tanto do segmento empregador como representantes dos trabalhadores, defendem a volta da Guarda Mirim de Dourados como instrumento de formação moral, intelectual e de inserção dos jovens no mercado de trabalho, dando oportunidades de crescimento social.
É o caso da Aced (a Associação Comercial e Empresarial do Município), cujo presidente, o empresário Antonio Nogueira, sublinhou, em carta de apoio endereçada ao mentor do projeto, o ex-chefe do Comissariado de Menores João Frazão, a certeza de que, através da instituição, “os jovens terão condições de se desenvolverem social, intelectual e profissionalmente”.
Para o presidente da CDL (a Câmara dos Dirigentes Lojistas), Cândido Gimenez, a volta da Guarda Mirim é importante como entidade que, quando funcionou na cidade, já prestou grandes e importantes serviços, e agora, poderá servir “à capacitação dos adolescentes para atuarem no comercio local”.
De acordo com o presidente do Sindicom (o Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista) em Dourados, Valter Castro, a Guarda Mirim se apresenta como “indispensável” no processo de educação e formação moral “para prevenir o ingresso dos jovens no mundo das drogas e do crime”.
Pelo lado do segmento laboral, o presidente do Secod (Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Dourados), Pedro Lima, disse que apoia a volta da Guarda Mirim “como novo modelo de gestão onde sejam garantidos cursos profissionalizantes e inserção dos adolescentes no mercado de trabalho, garantidos os direitos individuais e da legislação trabalhista”.