A Reserva Indígena de Dourados vive uma situação de calamidade pública em vários setores, como saúde, educação, saneamento básico, segurança, mas uma das mais agravantes são as estradas da aldeia. A afirmação é do representante da comunidade na Câmara de Dourados, vereador Aguilera de Souza (PSDC).
Segundo ele, muitas vezes as escolas fecham em épocas de chuvas, ambulâncias e carros da saúde acabam ficando em manutenção quase sempre, pois as estradas estão cada vez com mais erosões, causando todo tipo de transtorno à comunidade indígena.
Para discutir a situação, o vereador, que é presidente da Comissão de Assuntos Indígenas e Afrodescendentes da Câmara, foi recebido segunda-feira (2) em audiência com o superintendente estadual do Ibama, em Campo Grande, Marcos Yuri. Na pauta da audiência o licenciamento para a extração de cascalho dentro da área indígena de Dourados.
Justifica o vereador que as vias vicinais já vêm sofrendo há 10 anos com esse problema. “Esse problema persiste há 10 anos; levei a situação até o superintendente para que possa encontrar uma solução para a nossa a comunidade”, diz o vereador, informando que Marcos Yuri confirmou uma agenda com o presidente do Ibama em Brasília para o começo da semana, e a resposta para o vereador sairá em no máximo 30 dias.
Além do vereador Aguilera e do superintendente do Ibama, participaram da audiência, representantes da Funai, e das prefeituras de Dourados e de Itaporã. Com assessoria