O Ministério da Integração Nacional depositou quinta-feira (29) passada, por meio da Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro Oeste), na conta do Governo do Estado, o valor de R$ 2.493.136,13 para obras de drenagem a pavimentação asfáltica em Dourados. Com esse valor, será possível o reinício de diversas frentes de asfalto realizadas pelo Governo, paralisadas no final do ano passado por falta de repasse de recursos pelo Governo Federal, para atender aos bairros Vila São Braz, Altos do Indaiá, os Residenciais Oliveira I e Oliveira II e na Vila Martins (corredor público).
O pagamento é referente à segunda parcela de igual valor de um total de R$ 10 milhões, viabilizados pelo deputado federal Geraldo Resende (PMDB), por meio de uma emenda inserida no OGU (Orçamento Geral da União) para o ano de 2011, empenhada no dia 30 de dezembro daquele ano. O primeiro bairro beneficiado pelo repasse é o Altos do Indaiá, com a instalação da rede de drenagem, começando pela rua Anair da Silva Rocha, no Jardim Novo Horizonte.
Comemorando a liberação de mais uma parcela dos recursos, o deputado Geraldo Resende disse que a conquista é resultado de um árduo trabalho em Brasília. “Se não ficarmos vigilantes, cuidando de cada etapa burocrática de investimentos vultosos como esses, desde a conquista do valor até a conclusão da obra, o Estado pode perder recursos e as obras sofrerem paralisação”, explica.
Os pagamentos são realizados de acordo com as medições e status de execução das frentes de asfalto. Os recursos empenhados em 2011 beneficiam, além dos bairros que terão as obras retomadas, outros onde os trabalhos já foram concluídos, como a Vila Industrial, a Vila Vieira e parte do Parque das Nações II. Os trabalhos no Jardim Canaã IV (onde as obras ainda não foram iniciadas) fazem parte do mesmo pacote de recursos.
“Enquanto muitos já estavam de férias, organizei minha agenda para estar até os últimos dias do ano em Brasília, com o objetivo de efetivar o empenho de emendas que significarão qualidade de vida para a população. Este, especificamente, foi uma verdadeira guerra. Garantimos os investimentos na Casa Civil; porém, quando chegou no Ministério da Integração Nacional, ele foi fatiado para atender municípios administrados por apadrinhados políticos do então secretário executivo. A discussão foi bruta, mas o resultado está aí”, concluiu o deputado.