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Mesmo com fim da paralisação UFGD continurá em greve

13 de outubro 2015 - 18h36 Por Do G1/Douranews
Mesmo com fim da paralisação UFGD continurá em greve

Professores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) decidiram pelo fim da greve, após votação em assembleia geral na última quarta-feira (7), e voltaram ao trabalho nesta terça-feira (13), conforme divulgado pela Associação dos Docentes da UFMS (Adufms).

A categoria nacional considerou esta terça-feira (13) como data de saída unificada do movimento paredista, segundo a Adufms, mas o fim da greve não significa o retorno às aulas na UFMS, conforme o sindicato.

A data de retorno às salas de aula depende da definição do calendário de conclusão do primeiro semestre, que será discutido nesta tarde, às 14h (de MS), entre o sindicato e a reitoria da UFMS, segundo a Adufms.

A decisão de fim da greve foi encaminhada ao Comando de Greve do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (CNG-Andes-SN), mas a deliberação foi acompanhada pela aprovação de manter a mobilização com atividades culturais para lazer e debate de interesse da categoria, em Campo Grande e no interior.

Ainda conforme o sindicato, a paralisação completou quatro meses no último dia 12 e o Comando Local de Greve considerou que houve ganho salarial de 10,8%. Conforme o sindicato, atualmente a UFMS tem 1.337 professores no estado.

Dourados
Os professores da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) continuam em greve e devem decidir os rumos da paralisação em assembleia na próxima quarta-feira (14), segundo o o Sindicato dos Professores da UFGD (Adufdourados).

A perspectiva, segundo o sindicato, é de aprovar o fim da greve, de acordo com a indicação do sindicato nacional, que já sinalizou pela volta às atividades. Ainda conforme o sindicato, a UFGD tem cerca de 500 professores, sendo quase 400 deles filiados ao sindicato.

Caso a categoria decida pelo fim da paralisação, o retorno às atividades ainda não tem data prevista, mas deve ocorrer após as medidas burocráticas de comunicar o sindicato nacional e a reitoria da universidade, segundo o sindicato. O calendário estudantil também deve ser definido por uma comissão específica para discutir o tema.