Os secretários José Jorge Filho, o Zito (Governo) e Alessandro Lemes Fagundes (Finanças) entregaram na manhã desta quinta-feira, 15, ao presidente da Câmara de Vereadores, Idenor Machado, o Projeto de Lei 25/15 que estima receita e fixa a despesa do município de Dourados para o ano de 2016. A previsão do orçamento é de R$ 850 milhões, em torno de 10% maior que os R$ 770 milhões deste ano.
A proposta orçamentária está de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, encaminhada em abril e já aprovada pela Câmara. Agora, de acordo com Idenor Machado, cópias da peça serão distribuídas às comissões da Câmara para que os vereadores façam as análises. Em três sessões, o orçamento será votado até o final do ano para a aplicação no ano que vem.
Entre os destaques do orçamento estão R$ 243,25 milhões para a saúde, R$ 193,55 milhões para a Educação, R$ 72 milhões para o Instituto de Previdência Social dos Servidores, R$ 68,99 milhões para a Secretaria de Planejamento, R$ 53,63 milhões para os Serviços Urbanos, R$ 23,27 milhões para a Administração, R$ 21,45 milhões para a Câmara Municipal, R$ 19 milhões para a Agricultura Familiar e Economia Solidária e R$ 17,64 milhões para a Infraestrutura e Desenvolvimento. Em torno de R$ 24 milhões estão previstos para as áreas da assistência social. O total previsto para a aplicação em obras é de R$ 42 milhões.
Na mensagem envida aos vereadores o prefeito Murilo ressalta que tem aperfeiçoado o planejamento participativo, que alia a dimensão técnica aos compromissos de natureza política, indicados como prioridade pela sociedade. “Este é o caminho mais sensato para otimizar e maximizar os recursos disponíveis, multiplicando seus efeitos em favor da população.
No mês passado o prefeito recebeu o prêmio “Isto É – As Melhores Cidades do Brasil” justamente por conta da gestão fiscal eficiente. Dourados ficou em primeiro lugar no Brasil em indicadores fiscais entre as cidades médias e em 2º entre todas as cidades.
A Revista mostrou como Dourados, através da gestão fiscal eficiente, conseguiu fazer “mais com menos”. O prefeito enfatizou na reportagem a sua meta de “fazer uma gestão eficiente e melhor com menos custos”.