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'Mulher Segura' levou atividades para a Caravana da Saúde

28 de abril 2016 - 15h08 Por Redação Douranews
'Mulher Segura' levou atividades para a Caravana da Saúde

As atividades da Caravana da Saúde em Dourados, realizadas no Complexo Esportivo Jorge Antônio Salomão, o Jorjão, ajudaram a divulgar o projeto “Mulher Segura”. Uma equipe do 3º Batalhão da Polícia Militar de Dourados fez a divulgação do projeto e prestou atendimentos e orientações.

O ‘Mulher Segura’ integra as ações da Rede de Enfrentamento a Violência Contra Mulher, da qual a Prefeitura faz parte, através da Coordenadoria de Políticas para as Mulheres da Secretaria de Assistência Social, e de outros órgãos. A Caravana da Saúde acontece em Dourados por uma parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura.

Segundo o 1º sargento Leandro Correa, esse é um trabalho que tenta impedir ou prevenir uma tragédia na vida de mulheres que sofrem violência doméstica, inclusive nos casos indígenas, como serviços preventivos nas aldeias Jaguapiru, Bororó e no Tekoha Nu Verá. “Realizamos os encaminhamentos para que a mulher consiga prosseguir, dar continuidade à vida. Disponibilizamos atendimentos, inclusive, com psicólogos”, afirma.

Ele lembra ainda que a policial Gleice Aguilar dos Santos tem papel essencial neste serviço. No município, atualmente, são 37 casos em acompanhamento e essa é uma ação especializada para aprofundar a proteção e a garantia do direito das mulheres. “Nosso atendimento é agendado e pensamos em toda metodologia para essa relação”, completa.

De acordo com o policial, apesar de já existir a Lei Maria da Penha, é necessário um fortalecimento do programa, principalmente, para o pós-atendimento às vítimas.  De acordo com a PM, “o projeto é uma ferramenta que preencherá a lacuna atual entre a expedição da Medidas Protetivas de urgência em favor da mulher agredida e o fiel cumprimento desta ordem judicial por parte do agressor”.

Para isso, existe uma parceria ainda com o Ministério Público e a Polícia Civil. A PM, então, auxilia todos os casos de forma individualizada desde que a vítima manifeste, realmente, o desejo de romper com a situação de violência. “Trabalhamos para a proteção efetiva”, garante Correa.

Maiores informações podem ser obtidas por meio do e-mail [email protected]" target="_blank">[email protected] ou pelo celular (Vivo) 67 9943 0054. As mulheres em situação de cárcere privado podem denunciar através do 180 ou 190. Para quem deseja acompanhar este trabalho, as atividades são divulgadas também pelo endereço: https://www.facebook.com/projetomulhersegura/?fref=ts.