O deputado federal Geraldo Resende vai se reunir hoje (17), às 16 horas (horário de Brasília) com o novo ministro das Cidades Bruno Araújo para discutir a elaboração de um projeto habitacional para o Município de Dourados. O parlamentar também irá convidá-lo a vir a Dourados para a entrega das 450 casas do Conjunto Habitacional Dioclécio Artuzi III, prevista para junho próximo.
Geraldo Resende vai relatar ao ministro Bruno Araújo a situação do setor habitacional na segunda maior cidade do Estado, as conquistas e as dificuldades que, na avaliação do deputado, deverão ser superadas a partir de um planejamento sério e parcerias com todas as instâncias públicas e até mesmo com a iniciativa privada.
Bruno Araújo é amigo pessoal de Geraldo Resende, foi líder da Minoria e do PSDB na Câmara dos Deputados, sendo o parlamentar que deu o voto de número 342 no plenário da Casa, o qual oficializou a admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Roussef. “Tenho um bom trânsito com o novo ministro e acredito que isso vai ser um ponto favorável aos nossos pleitos”, avalia o deputado.
O fato de Geraldo Resende ser titular da CMO (Comissão Mista de Orçamento) também é positivo para Dourados e Mato Grosso do Sul, na avaliação do parlamentar, que poderá indicar recursos no Orçamento Geral da União/2017 favoráveis aos segmentos mais carentes, como é o caso da habitação popular.
Geraldo lembra que o mandato de deputado federal vai até o final de 2018, mas salienta o interesse em disputar as eleições municipais em outubro deste ano. Em caso de vitória, mesmo assim retornaria ao mandato até 31 de dezembro deste ano e depois abdicaria dos próximos dois anos. “Vamos trabalhar o Orçamento da União para o ano que vem e dentro das nossas possibilidades, viabilizar recursos para dar uma solução ao déficit habitacional em Dourados”, salienta.
O deputado afirma que apesar da entrega de centenas de casas do Programa “Minha Casa Minha Vida” ao longo dos últimos anos, “precisamos avançar, já que o sonho da casa própria é um dos mais acalentados pela população e a moradia digna é um direito dos cidadãos”, conclui. Com assessoria