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Terceirizada do Hospital da Vida anuncia saída e deixa 10 leitos de UTI inativos em Dourados

12 de março 2021 - 19h45 Por Redação Douranews
Terceirizada do Hospital da Vida anuncia saída e deixa 10 leitos de UTI inativos em Dourados Vereadora Lia Nogueira, do mesmo partido do prefeito Alan Guedes, cobra fechamento de UTIs no Município — Reprodução/rede social

A Mediall Brasil, contratada para gerenciar 10 leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) no Hospital da Vida, sob o regime de serviço terceirizado junto à Funsaud (Fundação de Serviços de Saúde de Dourados), comunicou nesta semana que vai encerrar as atividades no Município no dia 23 deste mês.

O comunicado, com data do dia 10 deste mês, endereçado também ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul, Conselho Regional de Medicina, Conselho Municipal de Saúde em Dourados e à Secretaria estadual de Saúde, informa o encerramento das atividades no Município no dia 23.

A Mediall Brasil é uma empresa com sede em Goiânia, constituída por um grupo médico especializado em atendimentos à Unidades de Saúde, criada para atender às necessidades de serviços médicos prestados por órgãos públicos e privados mais qualificados através do gerenciamento estratégico e eficiente dos recursos, conforme se apresenta no endereço eletrônico do grupo.

Vereadora questiona

medial entrega

O assunto ganhou repercussão a partir de manifestação, em rede social, da vereadora Lia Nogueira (PP), informando que protocolou na manhã desta sexta-feira (12), de posse do comunicado da Mediall, pedido de informações ao prefeito Alan Guedes, do mesmo partido dela, ao secretário de Saúde Frederico de Oliveira Weissinger e ao novo diretor da Funsaud, Jairo Lima, sobre o encerramento das atividades do grupo médico.

A vereadora quer saber quais as razões do fechamento, porque a Prefeitura não renova o contrato, como vai ficar a situação das 10 UTIs que são controladas pelo grupo especializado nesse serviço, e, em caso de não renovação, qual a solução que será dada ao problema. Ela considera a superlotação hospitalar e o quadro de pandemia que toma conta da cidade, e fixa um prazo de 24 horas para que o Município se manifeste.