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Fundação de Saúde promete apurar "favorecimento" a participantes de concurso

24 de março 2021 - 21h50 Por Redação Douranews
Fundação de Saúde promete apurar "favorecimento" a participantes de concurso Presidente da Funsaud promete apurar denúncia de ex-servidor e pede mais 15 dias de prazo — Divulgação

O presidente da Funsaud (Fundação dos Serviços de Saúde de Dourados), Jairo José de Lima, anunciou no final da tarde desta quarta-feira (24) que estuda a instalação de procedimento administrativo para apurar responsabilidades das servidoras Jociane de Souza Marques, enfermeira lotada na Fundação e da diretora técnica Angela Marin, sobre a denúncia formalizada pelo ex-diretor administrativo Alexsander Gonçalves Almeida, após protocolo com prazo de dois dias para que o novo presidente da Fundação explicasse vários questionamentos relacionados com a realização do processo seletivo ‘relâmpago’ convocado com base no Edital 009/2021, publicado no Diário Oficial do Município de 17 de março e cujas vagas já foram preenchidas e os selecionados contratados para prestação de serviços no setor de UTI do Hospital da Vida e na UPA.

Assim que publicou o edital do ‘concurso relâmpago’, Jairo e a nova diretora, Daniely Heloise Toledo, que substituiu Alexsander Almeida na função, foram intimados, em documento protocolado também junto ao MPE (Ministério Público do Estado) em Dourados, a informar do comportamento de Angela e Jociane que, em reuniões abertas, avisaram que estariam ligando e mandando mensagens para profissionais conhecidos sobre o processo seletivo simplificado, solicitando inclusive o envio do currículo, “antes mesmo da publicação do edital contento as normas para realização do certame”, conforme o teor da denúncia.

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Jairo e Daniely conseguiram informar, em documento contendo três folhas, apenas que “encaminhamentos estão sendo realizados” para apurar o ato das servidoras, cuja ação teria “caracterizado favorecimento ilegal aos profissionais que receberam tais informações”. Sobre as demais demandas, o presidente da Funsaud pediu um prazo de 15 dias para providenciar as solicitações, sob a alegação de que a pandemia do novo coronavírus não permitiria explicar tudo em dois dias. O MP ainda não se manifestou sobre as petições encaminhadas junto com o pedido de informações à diretoria da Fundação de Saúde.