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Morre o empresário Celso Dal Lago

Ele foi suplente de Simone, mas nunca assumiu

05 de abril 2023 - 08h59 Por Redação Douranews
Morre o empresário Celso Dal Lago Celso Dal Lago Rodrigues morre aos 81 anos — Rede social

Ex-suplente de senador, morreu nesta manhã de quarta-feira (5) em Dourados o empresário Celso Dal Lago. Ele estava internado na rede hospitalar do municípios depois de ter contraído os sintomas da dengue, conforme amigos próximos do político e empreendedor. A confirmação da morte do pai foi divulgada nas redes sociais pelo filho Phillip.

“Foi um orgulho ser seu filho, obrigado por tudo”, escreveu o filho ao se despedir do pai. Celso Dal Lago que também atuou no setor sucroalcooleiro, como investidor na usina Dourados, localizado na saída para Ponta Porã, havia completado 81 anos de idade no mês de fevereiro deste ano.

Celso Dal Lago Rodrigues foi eleito suplente de senador da atual ministra do Planejamento do Governo Lula, Simone Tebet. Ele nunca teve a oportunidade de assumir a função, mesmo quando ela concorreu a presidente da República e preferiu permanecer no Senado, embora com baixa assiduidade no Congresso.

Celso chegou em Dourados na década de 1.960 como funcionário do Banco do Brasil. Depois, juntamente com Antônio Tonanni e Vlademiro Muller do Amaral, entre outros, fundou a cooperativa Cotrisoja.

Antes de tornar-se um dos maiores empresários do agronegócio de Mato Grosso do Sul, foi proprietário da Africana Transporte.  Já como agropecuarista, fundou a primeira usina de cana-de-açúcar de Dourados e depois foi um dos principais fornecedores da Usina São Fernando.

Celso Dal Lago foi, na década de 2000, presidente regional do PTB. Também foi candidato a vice-prefeito em chapa encabeçada pela professora Lori Gressler, e, por duas vezes, primeiro suplente de senador: de Juvêncio da Fonseca e de Simone Tebet.

Já com idade avançada, o empresário chegou a responder ação penal por corrupção ativa depois de envolvido na operação Uragano, deflagrada pela Polícia Federal a partir de gravações clandestinas. A operação investigava fraudes em licitações. O crime prescreveu em 2016. (material revisado para acréscimo de informações)