O fechamento em massa de quase 300 lojas da Casas Bahia no país faz parte de um plano drástico de reestruturação financeira para conter altos prejuízos, aliviar o peso de dívidas bilionárias, cortar custos operacionais e adaptar o negócio à retração das vendas presenciais em favor do comércio digital.
Essa é a principal alegação dada pelo CEO Renato Franklin, que assumiu recentemente o controle do grupo com a missão de promover o enfrentamento à forte pressão de despesas financeiras agravadas pelos juros básicos altos, acúmulo de grandes perdas nos balanços mesmo após renegociações de dívidas e processos de recuperação extrajudicial.
Em Dourados, a Casas Bahia desativou as duas unidades que funcionavam na avenida Marcelino Pires e anunciou que o mesmo ajuste drástico vai atingir lojas de Ponta Porã, Nova Andradina e na capital do Estado.
Enquanto as lojas de rua perdem espaço, as vendas on-line e parcerias de marketplace em canais de terceiros mostram forte crescimento e maior eficiência de custos.


Bilhete na porta de uma das lojas das Casas Bahia - (Foto: Reprodução)




