“Quando escrevi o Tosco, eu procurei fazer dele um personagem violento, isso possibilita passar por todas as interferes, já que há personagens na história que são internos ou excluídos do convívio social, isso provavelmente fará com que os adolescentes das unidades se identifiquem com o personagem. As histórias apresentadas no livro, em sua maioria, são situações já vivenciadas por esses jovens, isso facilita a abordagem didática. Quando o jovem se identifica com o material, fica muito mais fácil mostrar para ele como lidar com a situação. É essa a proposta do projeto”, disse o autor.
“Procuramos dividir a história do livro em duas partes. Na primeira, o material é voltado para a situações que fazem com que o jovem se identifique com a história. Já na segunda parte, através da inserção de um personagem, no caso, um professor, começamos a trabalhar na parte de interação com o adolescente, promovendo a educação e informações para lidar com situações negativas”, afirma Gilberto.
O projeto Tosco tem como objetivo a mobilização escolar no combate à violência e ao bullying, em suas diferentes formas. Além do bullying, o projeto também aborda temas como realidade social, juventude, comportamento, relacionamento entre pais e filhos e entre aluno e professor. Neste segundo semestre o trabalho com o Projeto Tosco será feito com os jovens das Unidades Socioeducativas através da capacitação das equipes técnicas das Unidades, professores e coordenadores da Escolas Polo Evanilda Maria Neres Cavassa.
Simpósio para Ações Educacionais
O Simpósio acontece na Escola Superior de Controle Externo em Desenvolvimento do Tribunal de Contas (Escoex) fica localizada na avenida Mato Grosso, 6719-6751, Parque Nações Indígenas, Campo Grande.