Os professores da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) paralisam atividades a partir de amanhã (23) até sexta-feira (25), como parte da campanha nacional pela reestruturação da carreira da categoria e contra as condições precárias de trabalho, atribuídas à falta de estrutura nas universidades. De acordo com o presidente da Associação que representa os docentes, professor Adauto de Oliveira Souza, o servidores devem entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 4 de junho, caso não evoluam as negociações com o Governo.
A diretoria do Andes (Sindicato nacional dos docentes do ensino superior) divulgou na manhã de quinta-feira (17) um boletim com o balanço parcial do movimento de paralisação nacional aprovado em assembleia dos professores das Universidades federais brasileiras que reivindicam melhores condições de ensino no País.
O quadro nacional
Estão com atividades paralisadas a UFAM, do Amazonas; UFAL, de Alagoas; UFRP Rural, de Pernambuco; UFES, do Espírito Santo; UFLA, de Lavras/MG; UFMT, de Mato Grosso; UFOPA, do Oeste do Pará; UFPA, do Pará; UFPB, da Paraíba; UFPI, do Piauí; UFS, de Sergipe; UFU, de Uberlândia/MG; UFRRJ Rural, do Rio de Janeiro; UFPR, do Paraná; UFV, de Viçosa/MG; UFVJM, de Diamantina/MG; UNIFAP, do Amapá; UTFPR Tecnológica, do Paraná; UFERSA, de Mossoró/RN; UFOP, de Ouro Preto/MG; CEFET de Minas Gerais; UFSJ, de São João del-Rei/MG; UFCG, de Campina Grande/PB; UFRA Rural de Amazonas; os campís de Jaguarão, São Gabriel, Itaqui, Caçapava do Sul, São Borja, Santana do Livramento da UNIPAMPA no Rio Grande do Sul; UNIFAL, de Alfenas/MG; UFRR, de Roraima; a FURG, do Rio Grande do Sul; UNIVASF, do Vale do São Francisco/PE; UFMA, do Maranhão; UFJF e do IF Sudeste, de Minas Gerais; e a Unifesp, de São Paulo/SP e UnB, de Brasília. Os campus da UFCE de Juazeiro, no Ceará, decidem quinta-feira (24) sobre a paralisação.