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Lia Nogueira lamenta projeto de Alan Guedes que retirou direitos

Deputada acompanhou sessão da Câmara na segunda-feira

24 de maio 2023 - 13h27 Por Assessoria
Lia Nogueira lamenta projeto de Alan Guedes que retirou direitos Deputada Lia participou da sessão da Câmara — Divulgação

A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) acompanhou nesta segunda-feira (22) a sessão da Câmara de Vereadores de Dourados onde foi votado um Projeto de Lei do Executivo encaminhado pelo prefeito Alan Guedes (PP), que altera dispositivos na Lei Complementar 118, de 31 de dezembro de 2007, que dispõe sobre o PCCR, o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do profissional da Educação municipal.

Ao lado de centenas de educadores, Lia Nogueira se colocou contrária às modificações por entender que o projeto de Alan Guedes traz prejuízos para toda a categoria e coloca um ponto final em conquistas alcançadas nos últimos anos que davam dignidade e valorizam os profissionais da Educação em Dourados. 

Mesmo com toda a mobilização do sindicato da categoria, a maioria esmagadora da bancada de situação acabou por aprovar o pedido do prefeito em detrimento dos professores e outros profissionais. Foram 11 votos favoráveis e 6 contrários, com duas ausências. 

Lia Nogueira lamentou a retirada de conquistas e disse que os educadores de Dourados já enfrentam muitas dificuldades dentro e fora das salas de aula e não foram valorizados por quem prometeu “cuidar” da Educação em carta assinada durante a campanha política. “O prefeito fez um compromisso com vocês (os professores) e agora trai a categoria através desta lei que retira benefícios alcançados. Isso mostra que ele não tem nenhum comprometimento com os educadores ou qualquer categoria”, disse Lia para vários professores indignados logo após a votação. 

Desde segunda-feira (22), trabalhadores em educação da Rede Municipal de Ensino de Dourados estão em greve. Eles alegam que o prefeito Alan Guedes não cumpre o Piso nacional da Categoria, já que desde janeiro deveria ter implementado a reposição de 14,95%, o que não foi feito.