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Política

Reinaldo diz que austeridade é necessária para equilíbrio no País

05 dezembro 2016 - 11h07

O governador Reinaldo Azambuja defendeu sábado (03) a necessidade de implantar medidas de austeridade aos governos de todo o país – incluindo a União, Estados e municípios – para que alcancem o equilíbrio fiscal. “Não entendo como medidas amargas, entendo como medidas necessárias porque o país precisa passar por um equilíbrio fiscal e os estados também devem fazer a sua parte. Nós já estamos fazendo alguns estudos para enxugar a administração e mantermos o equilíbrio, como fizemos no início do nosso Governo”, ponderou.

No lançamento do sistema de policiamento especial de fim de ano, o “Cidade Segura”, o governador citou a necessidade de envolver todos os Poderes na discussão de propostas. “Neste ano, fizemos um ajuste fiscal um pouco duro, mas necessário e que nos permitiu ter tranquilidade para cumprir nossos compromissos e ainda promover investimentos em diversas áreas. Agora queremos tratar propostas importantes que vão permitir manter o equilíbrio em 2017”.

Em Brasília, onde esteve sexta-feira (2) passada, com outros governadores do Centro Oeste discutindo com a União algumas propostas para equalizar questões que abrangem governos de todas as esferas brasileiras, Reinaldo Azambuja debateu a questão previdenciária, o teto de gastos dos estados, além da proposta de criação do fundo de estabilidade fiscal.

“Este fundo serviria para convalidar os incentivos fiscais concedidos e que estão sendo questionados, como também ter um mínimo de 10% para uma reserva de estabilização fiscal e, consequentemente, potencializar investimentos”, explicou. Todas as propostas de medidas ainda estão em fase de análise e devem ser anunciadas em todos os âmbitos da administração pública para o exercício de 2017.

“Vamos fazer o enxugamento na administração, mas ainda estamos realizando um estudo com muito critério. Devemos ter um enxugamento nos cargos comissionados e em alguma estrutura da administração. O que nós queremos é manter o equilíbrio, sabemos que hoje, dos 27 estados, apenas sete estão adimplentes com a União e 20 estão com salários atrasados, não queremos isso em MS”, finalizou.

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