Segundo o MPF, entre as irregularidades constatadas, está a entrega do material a pessoas que não pertencem aos acampamentos. De acordo com o procurador Marco Antônio de Almeida, menos de 10% dos beneficiados poderiam estar cadastrados. “Em geral são pessoas que vivem na cidade e que não se enquadram no perfil daquelas que se encontram em situação de insegurança alimentar”, ressaltou.