No âmbito do Edital de Inovação Senai/Sesi, a equipe do LabSenai Meio Ambiente, em conjunto com a consultoria ambiental do Senai do Paraná, iniciou, nesta semana, a execução do Projeto Carbono Zero na Inflex Indústria e Comércio de Plástico, em Dourados. Acompanhados pela técnica de responsabilidade social do Sesi de Dourados, Aretuza Coelho, o consultor ambiental do Senai do Paraná, Marcos Thiesen, o coordenador do LabSenai Meio Ambiente, Paulo Pereira, a técnica do LabSenai do Meio Ambiente, Beatriz Dias, e o supervisor-técnico de gestão do Cetec Senai Dourados, Thiago Prates, vão passar a semana visitando a indústria de plástico.
Segundo Aretuza Coelho, a visita inclui desde reunião com os gerentes e diretores da Inflex até o início do diagnóstico ambiental industrial necessário para o Projeto Carbono Zero. “As atividades prosseguem até esta quinta-feira com a retomada do diagnóstico ambiental industrial, reunião com os supervisores e gestores das áreas e início do inventário de emissão de carbono”, informou, lembrando que as indústrias que tiveram projetos aprovados no Edital de Inovação Senai/Sesi 2010 deram início aos trabalhos no ano passado e a previsão é concluí-los em 18 meses no máximo.
A gerente do Sesi de Dourados, Rosilene Moreira, reforça que a intenção do Edital é apoiar ações de inovação tecnológica e social, que compreendam o desenvolvimento de produtos, processos e serviços elaborados pelas unidades, em parceria com empresas do setor industrial. “Queremos alavancar o incentivo às inovações sociais nas indústrias do sul do Estado, criar e reforçar a consciência de sustentabilidade empresarial no tripé econômico, social e ambiental”, declarou, detalhando ainda que também está execução outro projeto com foco na redução do absentismo na indústria, ou seja, ausência do trabalhador por falta ou atraso devido a algum motivo qualquer.
No caso o Projeto Carbono Zero, a intenção é diminuir na Inflex os impactos ambientais por meio do mapeamento e inventário das fontes de emissão de gases do efeito estufa (GEE), além de ações para redução e prevenção. Já o Projeto Escola de Posturas, desenvolvido na BRF Brasil Foods, tem as atenções voltadas ao tratamento de algias referentes à coluna, com ações que visam o bem-estar, menor taxa de absenteísmo e maiôs qualidade de vida aos trabalhadores da empresa, por meio de treinamento postural, informações teórico-educativas e prática de exercícios terapêuticos para a coluna.