“Para evitarmos mais um aumento no preço da passagem do transporte público da Capital, como o que deve ser anunciado pelo prefeito Nelsinho Trad, temos que ser criativos. Vale a pena citar, como exemplo, a saída encontrada em Fortaleza, onde a prefeitura abriu mão do ICMS do óleo diesel gasto no transporte de passageiros, permitindo que a tarifa ficasse congelada durante quatro anos. Hoje, os moradores da capital cearense pagam R$ 1,80, um dos menores preços do Brasil”, explicou Vander.
Caso a tarifa de ônibus de Campo Grande seja reajustada para R$ 2,70 ou R$ 2,80, como pretende a atual gestão, o valor pode vir a ser o terceiro mais caro do Brasil. Levando em consideração o ano de 2009 e parte de 2010, com os atuais R$ 2,50, os campo-grandenses foram os que pagaram o maior preço de tarifa no País, ficando à frente de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
“É uma questão de criatividade e de inversão de prioridades. Arrecadar é importante para as finanças do município, mas não pode ser o objetivo maior da prefeitura de uma cidade do porte de Campo Grande”, finalizou o deputado.