Diante da necessidade de conter despesas, o governo decidiu enxugar de 484 para 171 o número de cargos da Autoridade Pública Olímpica, cuja criação poderá ser votada hoje pela Câmara.
De quebra, essa mudança no texto da MP visa esterilizar as críticas da oposição ao uso da APO como cabide de empregos.
O novo modelo contempla queixas do governo e da prefeitura do Rio, que passam a ter mais voz na estrutura responsável pelos Jogos de 2016.
Mas contraria Henrique Meirelles, convidado a assumir o órgão.
De todas as partes envolvidas, é o Ministério do Esporte que sai de mãos abanando. No Senado, o relator da medida provisória será Lindberg Farias (PT-RJ).