Um helicóptero da Força Aérea Brasileira trouxe para Campo Grande o peão Gleucio de Oliveira Fernandes, de 32 anos, picado por uma cobra jararaca na manhã de hoje, e que estava isolado em uma fazenda de Rio Negro, por causa das chuvas. Ele chegou há pouco no Hospital Regional, após 1h30 de vôo.
O peão junto com a esposa, Rosemara Albuquerque Pereira, de 30 anos. Gleucio estava transpirando bastante, um dos efeitos da picada de cobra e, segundo a esposa, havia vomitado e sentido muitas náuseas logo após ser ferido.
O médico Sandro Benitez, do Civitox (Centro Integrado de Vigilância Toxicológica), informou que, embora a vinda de Gleucio tenha demorado por causa do transporte, ele está no chamado intervalo médio de risco para tomar o soro antiofício específico para picada de jararaca.
Benitez explicou que o tempo ideal é de até 6 horas após a picada. O risco médio começa no intervalo de 6 a 12 horas e o risco grave é entre 12 e 24 horas.
A eposa de Gleucio informou que ele tomou um soro na fazenda, mas segundo o médico, não é o específicio e funciona mais como uma espécie de placebo.