Analistas estimam que cerca de 1 milhão de aparelhos podem ter sido vendidos no primeiro final de semana de comercialização nos EUA, e muitos alertam que não está claro de que maneira problemas de suprimento podem afetar a disponibilidade depois que um terremoto e tsunami prejudicaram o setor tecnológico japonês.
O iPad 2, uma versão mais fina e mais rápida do tablet da Apple que incorpora duas câmeras para bate-papo em vídeo, foi lançado em 11 de março nos EUA. Alguns consumidores expressaram frustração diante da dificuldade de encontrar o produto, o que criou avaliações no mercado de que a Apple possa ter subestimado a demanda.
O lançamento internacional começou pela Nova Zelândia, seguida pela Austrália, e se estenderá a outros países entre os quais França, Reino Unido, Dinamarca, Alemanha, Itália, Holanda, Espanha, Canadá e México.
"Fantástico, minha irmã vai adorar", disse Alex Lee, um mochileiro canadense que tinha em mãos um iPad 2. Ele ocupava o primeiro lugar da fila formada duas noites antes diante da loja da Apple no centro financeiro de Sydney.
"Não fosse o iPad, eu não estaria na Austrália hoje", disse Lee, que já tinha comprado um iPad 2 nos EUA. "É como um hábito. Também entrei na fila para comprar o iPhone, na Regent Street, em Londres."
O presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, declarou na terça-feira que a empresa estava "trabalhando com dedicação para produzir iPads para todos", numa reação aos problemas que vem sendo encontrados para atender a demanda norte-americana.